Advance directives in the intensive care unit from a bioethical perspective
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Universidad El Bosque
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Purpose/Context. Anticipated will is the process by which a patient, in full use of his competences and without any coercion, expresses his preferences about procedures and treatments to be accepted or omitted in case he loses his capacity to decide. In the intensive care unit, emergent actions are performed on critically ill patients, where an advance directive is often not available or is not asked about, a situation that will be decisive at the time of a complication or end-of-life situation.
Methodology/Approach. In this reflection article, the way in which the autonomy and the best interest of the patient in critical condition behaves is discussed. It also describes advance directives from their rationale and their spectrum of application in the critically ill patient, in addition to the knowledge and perception that intensivists have about the process.
Results/Findings. From the respect for the being and his/her preferences (in the case that it is possible to know them), questions are formulated about what is really the best for the patient according to each particular case, from the principled ethics and from the convergent ethics.
Discussion/Conclusions/Contributions. It is necessary to broaden the dissemination of advance directives as patients' rights and as a tool to delimit treatment objectives and their scope in situations that compromise patient autonomy, in health care settings in general and mainly in intensive care units.
Propósito/Contexto. La voluntad anticipada es el proceso mediante el cual un paciente, en pleno uso de sus competencias y sin coacción alguna, manifiesta sus preferencias sobre procedimientos y tratamientos a aceptar u omitir en caso de que pierda su capacidad de decidir. En la unidad de cuidados intensivos se realizan acciones emergentes sobre pacientes críticamente enfermos, donde muchas veces no se dispone o no se pregunta sobre una voluntad anticipada, situación que será determinante al momento de una complicación o situación de fin de vida. Metodología/Enfoque. En este artículo de reflexión se plantea la forma en cómo se comporta la autonomía y el mejor interés del paciente en condición crítica. Se describe, además, la voluntad anticipada desde su fundamentación y sus espectros de aplicación en el paciente críticamente enfermo, además del conocimiento y la percepción que tienen los médicos intensivistas sobre el proceso. Resultados/Hallazgos. Desde el respeto por el ser y sus preferencias (en el caso en que sea posible conocerlas), se formulan interrogantes sobre qué es realmente lo mejor para el paciente según cada caso particular, desde la ética principialista y desde la ética convergente. Discusión/Conclusiones/Contribuciones. Es necesario ampliar la divulgación de las voluntades anticipadas como derechos de los pacientes y como herramienta para delimitar los objetivos de tratamiento y sus alcances en situaciones que comprometan la autonomía de los pacientes, en los escenarios de atención en salud en general y principalmente en las unidades de cuidados intensivos.
Objetivo/Contexto. As diretivas antecipadas são o processo pelo qual um paciente, no pleno uso de suas competências e sem coerção, expressa suas preferências sobre procedimentos e tratamentos a serem aceitos ou omitidos caso perca sua capacidade de decidir. Na unidade de terapia intensiva, são realizadas ações emergenciais em pacientes graves, onde muitas vezes não se dispõe de uma diretiva antecipada ou esta não é solicitada, situação que será decisiva no momento de uma complicação ou situação de fim de vida. Metodologia/Abordagem. Neste artigo de reflexão, discute-se a forma como se comportam a autonomia e o melhor interesse do paciente em estado crítico. Também descreve as diretivas antecipadas a partir de sua fundamentação e seus espectros de aplicação no paciente crítico, bem como o conhecimento e a percepção que os intensivistas têm do processo. Resultados/Descobertas. Com base no respeito ao ser e às suas preferências (se for possível conhecê-las), são feitas perguntas sobre o que é realmente melhor para o paciente em cada caso particular, com base na ética de princípios e na ética convergente. Discussão/Conclusões/Contribuições. É necessário ampliar a divulgação das diretivas antecipadas como direito do paciente e como ferramenta para definir os objetivos do tratamento e seu alcance em situações que comprometam a autonomia do paciente, nos ambientes de assistência à saúde em geral e, principalmente, nas unidades de terapia intensiva.
Propósito/Contexto. La voluntad anticipada es el proceso mediante el cual un paciente, en pleno uso de sus competencias y sin coacción alguna, manifiesta sus preferencias sobre procedimientos y tratamientos a aceptar u omitir en caso de que pierda su capacidad de decidir. En la unidad de cuidados intensivos se realizan acciones emergentes sobre pacientes críticamente enfermos, donde muchas veces no se dispone o no se pregunta sobre una voluntad anticipada, situación que será determinante al momento de una complicación o situación de fin de vida. Metodología/Enfoque. En este artículo de reflexión se plantea la forma en cómo se comporta la autonomía y el mejor interés del paciente en condición crítica. Se describe, además, la voluntad anticipada desde su fundamentación y sus espectros de aplicación en el paciente críticamente enfermo, además del conocimiento y la percepción que tienen los médicos intensivistas sobre el proceso. Resultados/Hallazgos. Desde el respeto por el ser y sus preferencias (en el caso en que sea posible conocerlas), se formulan interrogantes sobre qué es realmente lo mejor para el paciente según cada caso particular, desde la ética principialista y desde la ética convergente. Discusión/Conclusiones/Contribuciones. Es necesario ampliar la divulgación de las voluntades anticipadas como derechos de los pacientes y como herramienta para delimitar los objetivos de tratamiento y sus alcances en situaciones que comprometan la autonomía de los pacientes, en los escenarios de atención en salud en general y principalmente en las unidades de cuidados intensivos.
Objetivo/Contexto. As diretivas antecipadas são o processo pelo qual um paciente, no pleno uso de suas competências e sem coerção, expressa suas preferências sobre procedimentos e tratamentos a serem aceitos ou omitidos caso perca sua capacidade de decidir. Na unidade de terapia intensiva, são realizadas ações emergenciais em pacientes graves, onde muitas vezes não se dispõe de uma diretiva antecipada ou esta não é solicitada, situação que será decisiva no momento de uma complicação ou situação de fim de vida. Metodologia/Abordagem. Neste artigo de reflexão, discute-se a forma como se comportam a autonomia e o melhor interesse do paciente em estado crítico. Também descreve as diretivas antecipadas a partir de sua fundamentação e seus espectros de aplicação no paciente crítico, bem como o conhecimento e a percepção que os intensivistas têm do processo. Resultados/Descobertas. Com base no respeito ao ser e às suas preferências (se for possível conhecê-las), são feitas perguntas sobre o que é realmente melhor para o paciente em cada caso particular, com base na ética de princípios e na ética convergente. Discussão/Conclusões/Contribuições. É necessário ampliar a divulgação das diretivas antecipadas como direito do paciente e como ferramenta para definir os objetivos do tratamento e seu alcance em situações que comprometam a autonomia do paciente, nos ambientes de assistência à saúde em geral e, principalmente, nas unidades de terapia intensiva.
Abstract
Palabras clave
voluntad anticipada, bioetica, cuidado intensivo, autonomia, beneficencia, Advance directives, Bioethics, Intensive care, Autonomy, Beneficence, diretivas antecipadas, bioética, terapia intensiva, autonomia, beneficência
