Mental disability and bioethics: from procrastination to opportunities
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Universidad El Bosque
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Purpose/Context. Mental disability alters the natural course of human existence because it impacts the construction of one's own identity and the interaction with the context in which one lives. Despite its relevance, mental disability has not been at the center of the bioethical debate. This article presents some of the reasons for this postponement in the bioethical debate, reviewing from the previously prevailing comprehensive models to the new models that incorporate ethical principles among their axes.
Methodology/Approach. The different models from which mental disability is understood were reviewed, starting with the medical and social approach to the recent biopsychosocial and diversity models. It is identified that the first models had the concept of capacity as a theoretical axis and that the current ones aim at unveiling and eradicating the logic of exclusion still not overcome.Results/Findings. Bioethics would have the dual role of serving as a comprehensive model and as an instrument that enables ethical debate in pluralistic societies, by providing useful ethical-ontological approaches for the development of social-health policies that allow the full dignity of people to be achieved. Discussion/Conclusions/Contributions. It is concluded that, although bioethics has not been indifferent to the debate on mental disability, it has not been at the center of its interest nor has it been able to make a contribution to overcoming procrastination. It is up to professional experts to guide other scenarios of social impact, beyond research and academia, so that educational, cultural and community environments are better connected around this issue.
Propósito/Contexto. La discapacidad mental altera el curso natural de la existencia humana porque impacta la construcción de la propia identidad y la interacción con el contexto en el que se habita. Pese a su relevancia, la discapacidad mental no ha estado en el centro del debate bioético. En el presente artículo se exponen algunas de las razones de esa postergación en el debate bioético, revisando desde los modelos comprensivos anteriormente imperantes hasta los modelos nuevos que incorporan principios éticos entre sus ejes. Metodología/Enfoque. Se revisaron los distintos modelos desde donde se comprende la discapacidad mental, comenzando por los de enfoque médico y social hasta los recientes modelos biopsicosociales y de la diversidad. Se identifica que los primeros modelos tenían el concepto de capacidad como eje teórico y que los actuales se proponen develar y erradicar la lógica de la exclusión aún no superada. Resultados/Hallazgos. La bioética tendría el doble rol de servir como modelo comprensivo y de instrumento que posibilite el debate ético en sociedades pluralistas, al propiciar abordajes ético-ontológicos útiles para el desarrollo de políticas sociosanitarias que permitan alcanzar la plena dignidad de las personas. Discusión/Conclusiones/Contribuciones. Se concluye que, si bien la bioética no ha sido indiferente al debate sobre discapacidad mental, esta tampoco ha estado en el centro de su interés ni ha logrado constituir un aporte para superar la postergación. A los profesionales expertos les cabe guiar a otros escenarios de impacto social, más allá de la investigación y de lo académico, de manera que los entornos educativos, culturales y comunitarios se conecten mejor alrededor de esa problemática.
Finalidade/Contexto. A deficiência mental altera o curso natural da existência humana porque tem impacto na construção da própria identidade e interacção com o contexto em que se vive. Apesar da sua relevância, a deficiência mental não tem estado no centro do debate bioético. Este artigo apresenta algumas das razões para este adiamento no debate bioético, revendo desde os modelos abrangentes anteriormente existentes até aos novos modelos que incorporam princípios éticos entre os seus eixos. Metodologia/Aproximação. Os diferentes modelos a partir dos quais a deficiência mental é compreendida foram revistos, começando pela abordagem médica e social aos recentes modelos biopsicossociais e de diversidade. Identifica-se que os primeiros modelos tinham o conceito de capacidade como eixo teórico e que os modelos actuais visam desvendar e erradicar a lógica de exclusão que ainda não foi ultrapassada.Resultados/Findings. A bioética teria o duplo papel de servir como modelo abrangente e como instrumento que permite o debate ético em sociedades pluralistas, fornecendo abordagens ético-ontológicas úteis para o desenvolvimento de políticas sociais e de saúde que permitam alcançar a plena dignidade das pessoas. Discussão/Conclusões/Contribuições. Conclui-se que, embora a bioética não tenha sido indiferente ao debate sobre deficiência mental, não tem estado no centro dos seus interesses, nem tem conseguido dar um contributo para ultrapassar a sua procrastinação. Cabe aos peritos profissionais orientar outros cenários de impacto social, para além da investigação e da academia, para que os ambientes educativo, cultural e comunitário estejam mais bem ligados em torno desta questão.
Propósito/Contexto. La discapacidad mental altera el curso natural de la existencia humana porque impacta la construcción de la propia identidad y la interacción con el contexto en el que se habita. Pese a su relevancia, la discapacidad mental no ha estado en el centro del debate bioético. En el presente artículo se exponen algunas de las razones de esa postergación en el debate bioético, revisando desde los modelos comprensivos anteriormente imperantes hasta los modelos nuevos que incorporan principios éticos entre sus ejes. Metodología/Enfoque. Se revisaron los distintos modelos desde donde se comprende la discapacidad mental, comenzando por los de enfoque médico y social hasta los recientes modelos biopsicosociales y de la diversidad. Se identifica que los primeros modelos tenían el concepto de capacidad como eje teórico y que los actuales se proponen develar y erradicar la lógica de la exclusión aún no superada. Resultados/Hallazgos. La bioética tendría el doble rol de servir como modelo comprensivo y de instrumento que posibilite el debate ético en sociedades pluralistas, al propiciar abordajes ético-ontológicos útiles para el desarrollo de políticas sociosanitarias que permitan alcanzar la plena dignidad de las personas. Discusión/Conclusiones/Contribuciones. Se concluye que, si bien la bioética no ha sido indiferente al debate sobre discapacidad mental, esta tampoco ha estado en el centro de su interés ni ha logrado constituir un aporte para superar la postergación. A los profesionales expertos les cabe guiar a otros escenarios de impacto social, más allá de la investigación y de lo académico, de manera que los entornos educativos, culturales y comunitarios se conecten mejor alrededor de esa problemática.
Finalidade/Contexto. A deficiência mental altera o curso natural da existência humana porque tem impacto na construção da própria identidade e interacção com o contexto em que se vive. Apesar da sua relevância, a deficiência mental não tem estado no centro do debate bioético. Este artigo apresenta algumas das razões para este adiamento no debate bioético, revendo desde os modelos abrangentes anteriormente existentes até aos novos modelos que incorporam princípios éticos entre os seus eixos. Metodologia/Aproximação. Os diferentes modelos a partir dos quais a deficiência mental é compreendida foram revistos, começando pela abordagem médica e social aos recentes modelos biopsicossociais e de diversidade. Identifica-se que os primeiros modelos tinham o conceito de capacidade como eixo teórico e que os modelos actuais visam desvendar e erradicar a lógica de exclusão que ainda não foi ultrapassada.Resultados/Findings. A bioética teria o duplo papel de servir como modelo abrangente e como instrumento que permite o debate ético em sociedades pluralistas, fornecendo abordagens ético-ontológicas úteis para o desenvolvimento de políticas sociais e de saúde que permitam alcançar a plena dignidade das pessoas. Discussão/Conclusões/Contribuições. Conclui-se que, embora a bioética não tenha sido indiferente ao debate sobre deficiência mental, não tem estado no centro dos seus interesses, nem tem conseguido dar um contributo para ultrapassar a sua procrastinação. Cabe aos peritos profissionais orientar outros cenários de impacto social, para além da investigação e da academia, para que os ambientes educativo, cultural e comunitário estejam mais bem ligados em torno desta questão.
Abstract
Palabras clave
discapacidad mental, bioética, modelos teóricos, dignidad, vulnerabilidad, Inequidades, justicia social, políticas públicas, deficiência mental, bioética, modelos teóricos, dignidade, vulnerabilidade, equidade, justiça social, políticas públicas, mental disability, bioethics, theoretical models, dignity, vulnerability, equity, social justice, public policies
