Political Philosophy of Artificial Intelligence 1.1: A Critique of Coeckelbergh's Technoperformative Approach
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Universidad El Bosque
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Recently, Mark Coeckelbergh has raised the need to programmatically reflect on the political philosophy of artificial intelligence (AI). While sharing this objective, his approach is considered deficient, both in terms of methodology and his techno performative conception of power. Therefore, building upon Norberto Bobbio's framework regarding the four senses of political philosophy, a different delimitation of AI's political issues is proposed. Simultaneously, a conception of power linked to human dignity is advocated, which prima facie would exclude AI as a political subject and rather consider it as an enhancing mediation of the interests of certain political subjects.
Recientemente Mark Coeckelbergh ha planteado la necesidad de reflexionar programáticamente sobre la filosofía política de la inteligencia artificial (IA). Aquí se comparte ese objetivo, pero su planteamiento se considera deficiente, tanto por su metodología como por su concepción tecnoperformativa del poder. Por ello, partiendo del enfoque de Norberto Bobbio sobre los cuatro sentidos de filosofía política, se propone una delimitación distinta de los problemas políticos de la IA. Al tiempo que se defiende una concepción del poder ligada a la dignidad humana que prima facie dejaría fuera a la IA como sujeto político y la consideraría, más bien, una mediación potenciadora de los intereses de algunos sujetos políticos.
Mark Coeckelbergh levantou recentemente a necessidade de refletir de forma programática sobre a filosofia política da inteligência artificial (IA). Esse objetivo é compartilhado aqui, mas sua abordagem é considerada deficiente, tanto em sua metodologia quanto em sua concepção tecnoperformativa de poder. Portanto, com base na abordagem de Norberto Bobbio sobre os quatro sentidos da filosofia política, propõe-se uma delimitação diferente dos problemas políticos da IA. Ao mesmo tempo, defende-se uma concepção de poder ligada à dignidade humana que, à primeira vista, deixaria de fora a IA como sujeito político e a consideraria, em vez disso, como mediação que aumenta os interesses de alguns sujeitos políticos.
Recientemente Mark Coeckelbergh ha planteado la necesidad de reflexionar programáticamente sobre la filosofía política de la inteligencia artificial (IA). Aquí se comparte ese objetivo, pero su planteamiento se considera deficiente, tanto por su metodología como por su concepción tecnoperformativa del poder. Por ello, partiendo del enfoque de Norberto Bobbio sobre los cuatro sentidos de filosofía política, se propone una delimitación distinta de los problemas políticos de la IA. Al tiempo que se defiende una concepción del poder ligada a la dignidad humana que prima facie dejaría fuera a la IA como sujeto político y la consideraría, más bien, una mediación potenciadora de los intereses de algunos sujetos políticos.
Mark Coeckelbergh levantou recentemente a necessidade de refletir de forma programática sobre a filosofia política da inteligência artificial (IA). Esse objetivo é compartilhado aqui, mas sua abordagem é considerada deficiente, tanto em sua metodologia quanto em sua concepção tecnoperformativa de poder. Portanto, com base na abordagem de Norberto Bobbio sobre os quatro sentidos da filosofia política, propõe-se uma delimitação diferente dos problemas políticos da IA. Ao mesmo tempo, defende-se uma concepção de poder ligada à dignidade humana que, à primeira vista, deixaria de fora a IA como sujeito político e a consideraria, em vez disso, como mediação que aumenta os interesses de alguns sujeitos políticos.
Abstract
Palabras clave
political power, artificial intelligence, performativity, human dignity, ideologies, postphenomenology, poder político, inteligencia artificial, performatividad, dignidad humana, ideologías, posfenomenología, poder político, inteligência artificial, performatividade, dignidade humana, ideologias, pós-fenomenologia
