Work in the Age of Artificial Intelligence
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Universidad El Bosque
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The article aims to understand some of the main aspects of the Artificial Intelligence era and problematize work and production relations emerging in this new reality. It reflects the vast implications and effects on the job market and the possibilities of approaching and confronting the dramatic contradictions present in the Artificial Intelligence economy. Seeking to overcome the limitations of techno-optimistic and techno-pessimistic visions, the work concludes by the need for an intellectual and practical protagonism of public and private actors and leaders in the direction of a new social contract based on the abundance created by the new technological supercycle of general purpose convergent.
El artículo se propone comprender algunos de los principales aspectos de la era de la inteligencia artificial y problematizar las relaciones laborales y de producción que surgen en esta nueva realidad. Reflexiona sobre las amplias implicaciones y efectos en el mercado laboral y las posibilidades de abordar y afrontar las dramáticas contradicciones presentes en la economía de la inteligencia artificial. Tratando de superar las limitaciones de las visiones tecnooptimistas y tecnopesimistas, concluye que es necesario un protagonismo intelectual y práctico de los actores y dirigentes públicos y privados en la dirección de un nuevo contrato social basado en la abundancia creada por el nuevo superciclo tecnológico de uso general convergente.
O artigo tem como objetivo compreender alguns dos principais aspectos da era da inteligência artificial e problematizar o trabalho e as relações de produção emergentes nessa nova realidade. Nele, refletem-se sobre as vastas implicações e efeitos no mercado de trabalho e sobre as possiblidades de abordagem e enfrentamento das dramáticas contradições presentes na economia da inteligência artificial. Buscando superar as limitações das visões tecno-otimistas e tecnopessimistas, conclui-se pela necessidade de um protagonismo intelectual e prático dos atores e líderes públicos e privados na direção de um novo contrato social baseado na abundância criada pelo novo superciclo tecnológico de uso geral convergente.
El artículo se propone comprender algunos de los principales aspectos de la era de la inteligencia artificial y problematizar las relaciones laborales y de producción que surgen en esta nueva realidad. Reflexiona sobre las amplias implicaciones y efectos en el mercado laboral y las posibilidades de abordar y afrontar las dramáticas contradicciones presentes en la economía de la inteligencia artificial. Tratando de superar las limitaciones de las visiones tecnooptimistas y tecnopesimistas, concluye que es necesario un protagonismo intelectual y práctico de los actores y dirigentes públicos y privados en la dirección de un nuevo contrato social basado en la abundancia creada por el nuevo superciclo tecnológico de uso general convergente.
O artigo tem como objetivo compreender alguns dos principais aspectos da era da inteligência artificial e problematizar o trabalho e as relações de produção emergentes nessa nova realidade. Nele, refletem-se sobre as vastas implicações e efeitos no mercado de trabalho e sobre as possiblidades de abordagem e enfrentamento das dramáticas contradições presentes na economia da inteligência artificial. Buscando superar as limitações das visões tecno-otimistas e tecnopessimistas, conclui-se pela necessidade de um protagonismo intelectual e prático dos atores e líderes públicos e privados na direção de um novo contrato social baseado na abundância criada pelo novo superciclo tecnológico de uso geral convergente.
Abstract
Palabras clave
Work, Artificial Intelligence, Technological supercycle, Intellectual work, Economics of Artificial Intelligence, Algorithmic bias, Social contract, trabajo, inteligencia artificial, superciclo tecnológico, trabajo intelectual, economía de la inteligencia artificial, sesgo algorítmico, contrato social, trabalho, inteligência artificial, superciclo tecnológico, trabalho intelectual, economia da inteligência artificial, viés algorítmico, contrato social
