Luddism in Artificial Intelligence and its liberating effect
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Universidad El Bosque
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First, artificial intelligence is analyzed from the scientific approach and from the epistemological and ontological assumptions that underpin it. It is shown that if the human-artifact resemblance is technologically partial, its ontological interpretation compensates for that deficiency. Secondly, a semiotic analysis is proposed, according to Lotman's theory, which shows that such a project generates a universalist discourse, culturally hegemonic, but semiotically unfeasible. The latter is evident in understanding artificial as a kind of automaton doll, whose ludic conditions culturally ensure the intended similarity, while denying universalism.
Se analiza, en primer lugar, a la inteligencia artificial desde el enfoque científico y desde los supuestos epistemológicos y ontológicos que la sustentan. Se demuestra que si la semejanza humano-artefacto es tecnológicamente parcial, sin embargo, su interpretación ontológica compensa esa deficiencia. En segundo lugar, se plantea un análisis semiótico, según la teoría de Lotman, que muestra que tal proyecto genera un discurso universalista, culturalmente hegemónico, pero semióticamente inviable. Esto último se pone de manifiesto al entender a la inteligencia artificial como un tipo de muñeco autómata, cuyas condiciones lúdicas aseguran culturalmente la semejanza pretendida, a la vez que niegan el universalismo.
A inteligência artificial é analisada primeiramente a partir de uma abordagem científica e dos pressupostos epistemológicos e ontológicos que a sustentam. Demonstra-se que, se a semelhança entre homem e artefato é tecnologicamente parcial, sua interpretação ontológica, no entanto, compensa essa deficiência. Em segundo lugar, é proposta uma análise semiótica, de acordo com a teoria de Lotman, que mostra que esse projeto gera um discurso universalista, culturalmente hegemônico, mas semioticamente inviável. Isso fica claro ao se entender a inteligência artificial como uma espécie de “boneco” autômato, cujas condições lúdicas garantem culturalmente a semelhança pretendida, ao mesmo tempo que negam o universalismo.
Se analiza, en primer lugar, a la inteligencia artificial desde el enfoque científico y desde los supuestos epistemológicos y ontológicos que la sustentan. Se demuestra que si la semejanza humano-artefacto es tecnológicamente parcial, sin embargo, su interpretación ontológica compensa esa deficiencia. En segundo lugar, se plantea un análisis semiótico, según la teoría de Lotman, que muestra que tal proyecto genera un discurso universalista, culturalmente hegemónico, pero semióticamente inviable. Esto último se pone de manifiesto al entender a la inteligencia artificial como un tipo de muñeco autómata, cuyas condiciones lúdicas aseguran culturalmente la semejanza pretendida, a la vez que niegan el universalismo.
A inteligência artificial é analisada primeiramente a partir de uma abordagem científica e dos pressupostos epistemológicos e ontológicos que a sustentam. Demonstra-se que, se a semelhança entre homem e artefato é tecnologicamente parcial, sua interpretação ontológica, no entanto, compensa essa deficiência. Em segundo lugar, é proposta uma análise semiótica, de acordo com a teoria de Lotman, que mostra que esse projeto gera um discurso universalista, culturalmente hegemônico, mas semioticamente inviável. Isso fica claro ao se entender a inteligência artificial como uma espécie de “boneco” autômato, cujas condições lúdicas garantem culturalmente a semelhança pretendida, ao mesmo tempo que negam o universalismo.
Abstract
Palabras clave
Computationalism, Philosophy of Information, New Scientific Paradigm, Digital Culture, Semiotic, computacionalismo, filosofía de la información, nuevo paradigma científico, cultura digital, semiótica, computacionalismo, filosofia da informação, novo paradigma científico, cultura digital, semiótica
