Dioptric comparison of refractive error before and after cycloplegia in university students
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Universidad El Bosque
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Objective. To identify differences in the dioptric value of refractive error in university students and to analyse the sensitivity, specificity and predictive values of non-cycloplegic autorefraction values for myopia and hyperopia.
Materials and Methods. A cross-sectional observational study with 208 participants included. Refractive error was measured with an autorefractometer before and after the use of topical 1 % cyclopentolate. To determine the validity of non-cycloplegic autorefraction, the sensitivity, specificity and predictive values for myopia and hyperopia were analysed.
Results. Prevalence estimates for myopia without cycloplegia and with cycloplegia were 74.88 % before [95 % CI -0.95-4.79] and after 29.71 % [95 % CI -1.60-2.31] and for hyperopia before 2.46 % [95 % CI 1.16-2.70] and after 25.14 % [95 % CI 0.83-1.32]. The magnitude of myopia before and after cycloplegia was -2.87 D and -1.96 D and for hyperopia +1.93 D and +1.08 D, respectively. The difference between the test without and with cycloplegia for myopia was -0.91 D, and for hyperopia +0.85 D. The validity of non-cycloplegic autorefraction correctly identified 96.6 % myopic and erroneously 39.43 %. In hyperopia, the non-cycloplegic test correctly identified hyperopia (90.90 %) and there was no misclassification in this diagnosis. Conclusions. The assessment without cycloplegia reflects differences in the magnitude of low and medium ametropic up to one dioptre, compared to the cycloplegia test. The validity of the autorefraction test without cycloplegia demonstrated an erroneous identification of myopic subjects, resulting in an increase in the prevalence of myopia in the population under 40 years of age. Therefore, it is convenient to identify myopic subjects with a cycloplegic evaluation.
Objetivo. Identificar diferencias en el valor dióptrico del error refractivo de universitarios y analizar la sensibilidad, especificidad y los valores predictivos de los valores de autorefracción no ciclopléjica para miopía e hipermetropía. Materiales y métodos. Estudio observacional de corte transversal con 208 participantes incluidos. El error refractivo fue medido con autorefractómetro antes y después del uso de ciclopentolato tópico al 1 %. Para determinar la validez de la autorefracción no ciclopléjica se analizaron la prueba de sensibilidad, especificidad y valores predictivos para miopía e hipermetropía. Resultados. Las estimaciones de prevalencia de miopía sin cicloplejia y con cicloplejia fueron antes del 74,88 % [IC 95 % -0,95-4,79] y después del 29,71 % [IC 95% -1,60-2,31] y para hipermetropía antes del 2,46 % [IC 95 % 1,16-2,70] y después del 25,14 % [IC 95 % 0,83-1,32]. La magnitud de miopía antes y después de cicloplejia fue de -2,87 D y -1,96 D y para hipermetropía +1,93 D y +1,08 D, respectivamente. La diferencia entre el examen sin y con cicloplejia para miopía fue de -0,91 D, y para hipermetropía +0,85 D. La validez de la autorefracción no ciclopléjica, identificó correctamente a 96,6 % de sujetos miopes y erróneamente a 39,43 %. En hipermetropía la prueba no ciclopléjica identificó de forma correcta a los hipermétropes (90,90 %) y no hubo ninguna clasificación errónea en este diagnóstico. Conclusiones. La valoración sin cicloplejia refleja diferencias en la magnitud de las ametropías bajas y medias hasta en una dioptría, en comparación con el examen de cicloplejia. La validez de la prueba de autorefracción sin cicloplejia demostró una identificación errónea de sujetos miopes, resultando un incremento en la prevalencia de miopía en población menor a 40 años. Por lo tanto, es conveniente identificar a los sujetos miopes por medio de valoración ciclopléjica.
Objetivo. Identificar diferenças no valor dióptrico do erro refrativo em estudantes universitários e analisar a sensibilidade, especificidade e valores preditivos de valores de autorrefração não cicloplégicos para miopia e hipermetropia. Métodos. Estudo observacional transversal com incluídos 208 participantes. O erro de refração foi medido com um autorrefratômetro antes e após o uso tópico de ciclopentolato a 1%. Para determinar a validade da autorrefração não cicloplégica, foram analisados a sensibilidade, especificidade e valores preditivos para miopia e hipermetropia. Resultados: As estimativas de prevalência para miopia sem cicloplegia e com cicloplegia foram 74,88% antes [IC 95% -0,95-4,79] e após 29,71% [IC 95% -1,60-2,31] e para hipermetropia antes de 2,46% [IC 95% 1,16-2,70] e após 25,14% [IC 95% 0,83-1,32]. A magnitude da miopia antes e depois da cicloplegia foi de -2,87D e -1,96D e para hipermetropia +1,93D e +1,08D, respectivamente. A diferença entre o teste sem e com cicloplegia para miopia foi de -0,91D, e para hipermetropia +0,85D. A validade da autorrefração não cicloplégica identificou corretamente 96,6% míopes e erroneamente 39,43%. Na hipermetropia, o teste não cicloplégico identificou corretamente a hipermetropia (90,90%) e não houve erro de classificação neste diagnóstico. Conclusões. A avaliação sem cicloplegia reflete diferenças na magnitude da ametropia baixa e média até uma dioptria, em comparação com o teste de cicloplegia. A validade do teste de autorrefração sem cicloplegia demonstrou uma identificação errônea de indivíduos míopes, resultando em aumento da prevalência de miopia na população abaixo de 40 anos. Portanto, é conveniente identificar indivíduos míopes por meio de avaliação cicloplégica.
Objetivo. Identificar diferencias en el valor dióptrico del error refractivo de universitarios y analizar la sensibilidad, especificidad y los valores predictivos de los valores de autorefracción no ciclopléjica para miopía e hipermetropía. Materiales y métodos. Estudio observacional de corte transversal con 208 participantes incluidos. El error refractivo fue medido con autorefractómetro antes y después del uso de ciclopentolato tópico al 1 %. Para determinar la validez de la autorefracción no ciclopléjica se analizaron la prueba de sensibilidad, especificidad y valores predictivos para miopía e hipermetropía. Resultados. Las estimaciones de prevalencia de miopía sin cicloplejia y con cicloplejia fueron antes del 74,88 % [IC 95 % -0,95-4,79] y después del 29,71 % [IC 95% -1,60-2,31] y para hipermetropía antes del 2,46 % [IC 95 % 1,16-2,70] y después del 25,14 % [IC 95 % 0,83-1,32]. La magnitud de miopía antes y después de cicloplejia fue de -2,87 D y -1,96 D y para hipermetropía +1,93 D y +1,08 D, respectivamente. La diferencia entre el examen sin y con cicloplejia para miopía fue de -0,91 D, y para hipermetropía +0,85 D. La validez de la autorefracción no ciclopléjica, identificó correctamente a 96,6 % de sujetos miopes y erróneamente a 39,43 %. En hipermetropía la prueba no ciclopléjica identificó de forma correcta a los hipermétropes (90,90 %) y no hubo ninguna clasificación errónea en este diagnóstico. Conclusiones. La valoración sin cicloplejia refleja diferencias en la magnitud de las ametropías bajas y medias hasta en una dioptría, en comparación con el examen de cicloplejia. La validez de la prueba de autorefracción sin cicloplejia demostró una identificación errónea de sujetos miopes, resultando un incremento en la prevalencia de miopía en población menor a 40 años. Por lo tanto, es conveniente identificar a los sujetos miopes por medio de valoración ciclopléjica.
Objetivo. Identificar diferenças no valor dióptrico do erro refrativo em estudantes universitários e analisar a sensibilidade, especificidade e valores preditivos de valores de autorrefração não cicloplégicos para miopia e hipermetropia. Métodos. Estudo observacional transversal com incluídos 208 participantes. O erro de refração foi medido com um autorrefratômetro antes e após o uso tópico de ciclopentolato a 1%. Para determinar a validade da autorrefração não cicloplégica, foram analisados a sensibilidade, especificidade e valores preditivos para miopia e hipermetropia. Resultados: As estimativas de prevalência para miopia sem cicloplegia e com cicloplegia foram 74,88% antes [IC 95% -0,95-4,79] e após 29,71% [IC 95% -1,60-2,31] e para hipermetropia antes de 2,46% [IC 95% 1,16-2,70] e após 25,14% [IC 95% 0,83-1,32]. A magnitude da miopia antes e depois da cicloplegia foi de -2,87D e -1,96D e para hipermetropia +1,93D e +1,08D, respectivamente. A diferença entre o teste sem e com cicloplegia para miopia foi de -0,91D, e para hipermetropia +0,85D. A validade da autorrefração não cicloplégica identificou corretamente 96,6% míopes e erroneamente 39,43%. Na hipermetropia, o teste não cicloplégico identificou corretamente a hipermetropia (90,90%) e não houve erro de classificação neste diagnóstico. Conclusões. A avaliação sem cicloplegia reflete diferenças na magnitude da ametropia baixa e média até uma dioptria, em comparação com o teste de cicloplegia. A validade do teste de autorrefração sem cicloplegia demonstrou uma identificação errônea de indivíduos míopes, resultando em aumento da prevalência de miopia na população abaixo de 40 anos. Portanto, é conveniente identificar indivíduos míopes por meio de avaliação cicloplégica.
Abstract
Palabras clave
Cycloplegia, Myopia, Hyperopia, Sensitivity, Specificity, Cycloplegia, myopia, hyperopia, sensitiviy, specificity, cicloplejia, miopía, hipermetropía, sensibilidad, especificidad, autorrefracción, Español, cicloplegia, miopia, hiperopia, sensibilidade, especificidade, auto refração
